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18 novembro, 2015

Saiu na folha......14/11



FolhaWeb

Troca de livros entre alunos e comunidade

Projeto da Biblioteca Viva Itinerante na saída de escolas municipais já rendeu giro de mais de mil volumes




O sinal para saída ainda não tocou, mas a calçada em frente à Escola Municipal Nina Gardemann, no Jardim Tókio (zona oeste de Londrina), já está repleta de livros. Quando os estudantes ganham o portão, os volumes, em poucos minutos, são trocados entre as crianças e outros moradores do bairro. A comunidade já sabe que quinta-feira de manhã é dia de ter acesso a novas histórias para ler. Desde o ano passado, quando foi iniciada, a ação encabeçada pelo projeto Biblioteca Viva Itinerante já rendeu a troca de mais de mil gibis e livros infanto-juvenis. 
Em outro extremo da cidade, as trocas acontecem à tarde, na Escola Municipal Irene Aparecida da Silva, no Conjunto Jamile Dequech (zona sul). "A atividade acontece na calçada exatamente para abranger famílias e outras crianças da vizinhança. A saída da escola é onde os pais se reúnem para buscar os filhos", comenta a coordenadora da Biblioteca Viva Itinerante, Daniella Fioruci. 


24 janeiro, 2013

exposicao de fotos dos 4 anos da Biblioteca viva Itinerante

em dezembro fizemos no saguao da Prefeitura de Londrina uma exposicao de fotos dos 4 anos do projeto BIBLIOTECA VIVA ITINERANTE!

O saguao ficou muito mais lindo....
confira ai!







mais fotos em fotos expo 4 anos

16 novembro, 2012

05 julho, 2012

Sobre historias e a oficina de contacao de historias.....entrevista na Radio Uel



http://www.uel.br/uelfm/arquivo.php?id=9143


Ouça a UELFM                             




Produção
Divisão de Jornalismo UEL FM
Patrícia Zanin (patriciauelfm@gmail.com)


Contato: (43) 3371-4682
radiojornalismo@uel.com.br


Modos de Vida - Comportamento e Cultura



Daniella Fioruci
04/07/2012


.
A educadora Daniella Fioruci vai dar uma oficina de contação de histórias com seis encontros.
Começa dia 10 e também será realizada dias 12, 13, 17, 19 e 20 deste mês, no CLAC.
Ela vai ensinar técnicas e também apresentar diferenças entre ler e contar.
O corpo que conta, a voz de quem conta e o como se conta também estão na oficina.
Além de estimular pais, educadores e contadores a encontrar histórias que os tocam.
Daniella integra a Biblioteca Viva Itinerante, projeto que leva histórias, livros e brincadeiras às crianças de Londrina (http://www.bibliotecavivaitinerante.blogspot.com.br)
Ela participou, em 2011, da produção do Encontro de Contadores de Histórias. O deste ano foi aprovado pelo Promic (Programa Municipal de Incentivo à Cultura) e vai de 7 a 21 de agosto.
Ah, Modos de Vida também deixa o link do especial Por que e pra que contar histórias, veiculado pela UEL FM em outubro de 2010: http://www.uel.br/uelfm/arquivo.php?id=5549
Ouça, abaixo, a conversa com Daniella, clicada por Giulia Espina.


ÁUDIOS DO ARQUIVO (clique para ouvir)


Daniella Fioruci 04-07 (7.58mb) http://www.uel.br/uelfm/audios/13876-Daniella_Fioruci_04-07.mp3

14 maio, 2012

no CONTEXTO - laboratorio de jornalismo da Unopar


reportagem de Gleiciane Zanardo, 5º Semestre Noturno Edição: Bruna Furlan, 5º Semestre Noturno.
ficou bem bacana!!

confira tb no link http://comtexto.unopar.br/conteudo/14162


CIDADES

Evento no aterro do Igapó estimula leitura

Grupo de teatro leva oficinas, brincadeiras e muitos livros para incentivar o gosto pela leitura e estimular a criatividade

Reportagem: Gleiciane Zanardo, 5º Semestre Noturno Edição: Bruna Furlan, 5º Semestre Noturno
Um dia de céu limpo e ensolarado e um espaço ao ar livre que privilegia a natureza, um cenário para protagonizar ações de estímulo à criatividade e imaginação. No aterro do Lago Igapó, um grupo chegam de mansinho trazem aos poucos um baú colorido com cordas, instrumentos musicais, bicicletas diferentes, bonecos coloridos e, principalmente, livros.

Aos poucos as estantes cheias de livros vão tomando o espaço do aterro. É o projeto da Biblioteca Viva Itinerante, com apoio do Programa Municipal de Incentivo à Cultura, que existe há quatro anos em Londrina com o objetivo de incentivar a leitura e cultura para crianças. Para isso, o grupo desenvolve brincadeiras, músicas, teatros e oficinas. Os locais escolhidos são sempre parques e praças para que as crianças, além de lerem, possam brincar e aprender a construir seus próprios brinquedos.

Os pais e as crianças curiosos vão chegando. Sentada em um tapete cheio de almofadas, está Dani Fioruci, pedagoga que adora contar histórias. “Estes livros estão aí para vocês, escolham à vontade e eu leio”, diz a contadora de historias. “O que fazemos é tirar as crianças da frente de computadores e video games, fazer essas crianças serem crianças mesmo, pular corda, andar na corda bamba, andar de perna de pau. E até mesmo construir seus próprios brinquedos com produtos recicláveis.”

Não demora muito e a criançada chega rodeando a leitora que está repleta de flores nos cabelos e nas roupas. “Chama a atenção das crianças, uma pessoas vestida assim com muitas cores e com essa simpatia. A maneira como ela lê é cativante”, diz Beatriz Ruiz que levou os netos.

O palhaço Coisa Fina, um dos idealizadores do projeto, disse que a ideia surgiu quando ainda trabalhavam na Secretaria Municipal de Cultura.  “O que fizemos foi tirar tudo do papel e por a mão na massa mesmo, estamos engatinhando ainda. Aqui no Igapó, por exemplo, está lotado e as crianças realmente vêm até nós para brincar e escutar histórias, trocar livros, participar de oficinas.”

Ele explica sobre outros trabalhos que realizam. “Na periferia, que é o nosso grande foco, isso [as crianças ficarem à vontade] não acontece com tamanha naturalidade, as mães não incentivam os filhos a nos procurarem, talvez por falta de tempo. Mas não desistimos estamos indo as praças das periferias,” diz Coisa Fina.

No último domingo, 6 de maio, houve uma oficina especial na Biblioteca Viva Itinerante, com o artista e oficineiro, Joba Tridente. Ele ensinou a fazer arte com caixinhas de fósforo e depois no palco contou estórias que prenderam a atenção dos pequenos. Meninos e meninas puderam se divertir criando seus próprios brinquedos.“É um estimulo à criatividade”, diz a professora Cyntia Ruiz Oliveira que levou seus três filhos para a oficina.

O vendedor Flávio Jardim de Souza também resolveu fazer um programa diferente com a família. O filho dele, Nathan, de cinco anos, encantou-se com os livros. “Confesso que no domingo levo meus filhos para o shopping, mas passar por aqui e ver tantas cores e brincadeiras conhecidas para mim, não resisti, e foi muito melhor que ir ao shopping, foi um tempo de lazer, de parceria com os filhos que pretendo fazer mais vezes”, diz Souza

09 maio, 2012

na folha de londrina....


 
 

08/05/2012 -- 00h02

Brinquedos de sucata encantam crianças

Pais e filhos se reuniram em uma oficina para construir monstros e animais com caixas e pregadores de roupas
Fotos: Anderson Coelho
Estímulo à criatividade: meninos e meninas se divertiram criando seus próprios brinquedos
Bonecos podem ser feitos com qualquer embalagem
Em tempos de brinquedos que falam e andam sozinhos, ainda existem crianças que se divertem criando bonecos e carrinhos com sucata. Neste final de semana o projeto Biblioteca Viva Itinerante, com apoio do Promic, trouxe a Londrina o oficineiro cultural e artista plástico Joba Tridente, de Curitiba, que encantou os pequenos ensinando como fazer bonecos articulados.

Caixas de fósforo, barbantes, pregadores de roupa, revistas velhas e canetinhas se transformaram em monstros, animais, vampiros, homens narigudos e o que mais a imaginação mandou.

A professora Meire Lopes já havia participado da oficina para adultos e no domingo levou os filhos Henrique, de 11 anos, e Leonardo, de 8, para conhecer a brincadeira. ''Já tinha feito brinquedos com caixinhas, mas não sabia como fazer para ele mexer a boca e agora aprendi. Se der tempo também que saber como faz aquele boneco que usa o prendedor de roupa para abrir a boca também'', contou o mais velho, enquanto criava seu boneco.

Para a mãe, a oficina foi mais uma oportunidade de se divertir e passar o tempo livre com os filhos, já acostumados a brincar com materiais recicláveis. ''Seria legal se essas oficinas também pudessem ser ofertadas nos bairros. Sou professora da educação infantil e preciso estar o tempo todo atenta em novas formas de me comunicar com as crianças. E os pequenos adoram bonecos'', explicou.

Yuka Toyama Borges, produtora, também aproveitou o domingo para levar os pequenos Tiago, 6 anos, e Enzo, de 5, para brincar. ''Como sou formada em arte sempre os incentivo a fazer seus brinquedos. Hoje tudo que se imagina tem pronto nas lojas e acho que brincar com esses materiais é um estímulo à criatividade. Eles sempre enxergam outras coisas em uma simples caixa de papelão e já imaginam carrinhos e bichinhos nas embalagens'', contou, enquanto os meninos decidiam o que ia nascer das caixas de fósforo.

A também professora Patrícia Ribeiro levou a filha Stefania, de 8 anos, para aprender novas técnicas de bonecos. ''Sempre a levo para participar desse tipo de atividade. Ela gosta bastante, chega em casa e repete com outras embalagens em casa.'' Para a garota, o boneco mais legal foi o que mexia a boca, que ela se esmerava em construir.

Asas à imaginação

O oficineiro conta que os bonecos podem ser feitos com qualquer embalagem, não só com as caixas de fósforo. ''Esse é um material que nem todo mundo usa mais, por isso comecei a desenvolver outras ténicas, como criar personagens com embalagens de pizza. Assim podemos fazer personagens de qualquer tamanho, inclusive articulados. Para alguns a criança vai precisar da ajuda dos pais, mas é bom porque assim interagem juntos. E a criança é muito criativa, eles dão asas à imaginação e se divertem bastante'', garantiu.

Daniella Fioruci, coordenadora do Projeto Biblioteca Viva, conta que as crianças gostam muito de oficinas de brinquedos. ''Elas não pedem nada específico, curtem qualquer coisa que trazemos, mas os bonecos sempre fazem muito sucesso.''
Érika Gonçalves
Reportagem Local



 confira no link

http://www.folhaweb.com.br/?id_folha=2-1--1073-20120508

04 novembro, 2011

KIARA TERRA encantou em Londrina!!
ela veio pro I Encontro de Contadores de Historias. tivemos a sorte não só de te-la, mas também da Patricia Zanin estar la e fazer um Modos de Vida - Comportamento e Cultura 

quer conferir toda sua vida e arte conectada? acesse:

http://www.uel.br/uelfm/audios/12165-Kiara_Terra_31-10.mp3

19 setembro, 2011

folha de londrina 19 de setembro

http://www.folhaweb.com.br/?id_folha=2-1--3171-20110919
reportagem que saiu na folha de londrina...

19/09/2011 -- 00h00

Leitura e lazer nos bairros

Equipe do Projeto Biblioteca Viva Itinerante circula por vários locais de Londrina promovendo a cultura de forma lúdica e interativa
Fotos: Ricardo Chicarelli
Crianças aproveitaram o domingo de sol para brincar, ler e ouvir histórias
Títulos ficam disponíveis na prateleira improvisada
Londrina - Crianças da Zona Leste de Londrina aproveitaram o domingo de sol para colocar a leitura e a brincadeira em dia. Entre pernas de pau, pintura, fabricação de carrinhos com garrafa pet e contação de histórias, a molecada não perdeu tempo e tratou de se divertir, ler e dar muitas risadas. A festa só foi possível devido ao projeto Biblioteca Viva Itinerante que, nos próximos quatro domingos, continuará presente na Praça do Jardim Pindorama (Rua Santa Francisca). 

Como o próprio nome do projeto já sugere, a ideia é circular por vários locais da cidade promovendo a cultura de forma lúdica e interativa. ''Nesses três anos de existência, já passamos por diversos bairros de Londrina. Sempre que iniciamos num local voltamos pelo menos três vezes depois para darmos continuidade no trabalho com as crianças'', diz Daniella Fiorici, coordenadora da Biblioteca, que é patrocinada pelo Projeto Municipal de Incentivo à Cultura (Promic). 

Numa sala de leitura improvisada, os livros ficam disponíveis na prateleira para quem quiser conferir os vários títulos. ''Se a criança trouxer um livro de casa também pode trocar por um de nosso acervo. Queremos aproximar esse mundo da leitura ao delas, fazendo do livro um brinquedo, e não uma obrigação. Aqui, o livro é lido, tocado e contado'', acrescenta a coordenadora. Isso porque, dentre as várias atividades, o momento final foi a dramatização de uma história: ''O casamento da Dona Baratinha''. 

Um dos mais conhecidos palhaços da cidade, Coisa Fina se desdobra para dar atenção à criançada e comemora o fato da ocupação saudável dos espaços públicos. ''Precisamos resgatar estes locais para que as famílias usufruam disso tudo. Com a tarde de atividades, crianças que mal brincam na rua em função da violência podem aproveitar o momento de descontração com aprendizado'', diz ele, reunindo sacolas de lixo que recolheu com a molecada. 

Ajudante do palhaço na tarefa de limpar a praça, o pequeno Rogério Fernandes, de 5 anos, mostrava orgulhoso o livro que ganhou. ''Eu não tenho livro na minha casa. Gosto do desenhos como esse aqui'', aponta ele, dando início imediatamente a uma história do tatu que fugia de casa, mesmo ainda não sabendo ler. Quem também não se intimidou foi Daiele Pompilho, de 9 anos, que com personagens de papel na mão deu asas à imaginação. ''Eu vou contar a história da onça e do macaco'', disse. 

Se o objetivo é diversão, Nicola Ferreira, de 12 anos, afirma que a intenção deu certo. ''Gostei dessa ideia de contar história com música. Nunca tinha visto nada assim antes'', revela ela, que não possui livros em casa e está ansiosa para adquirir o primeiro exemplar. Assim como Angela da Silva, de 9 anos. ''Vou voltar aqui no domingo que vem só para ler outro livro e brincar mais'', confessa a pequena, despejando sorrisos. 

Serviço - Mais informações sobre A Biblioteca Viva Itinerante no 

http://bibliotecavivaitinerante.blogspot.com/
Marian Trigueiros 
Reportagem Local